Que não rodeia as coisas
Mas as desventra
De fora para dentro
Espaço de uma insónia sem refúgio
Tudo é como um interior violado
Como um quarto saqueado
Luz de máquina e fantasma.
-- Sofia de Mello Breyner Andresen
(O cómo transcurren los días de Sil en Lisboa)
(O cómo transcurren los días de Sil en Lisboa)
No hay comentarios:
Publicar un comentario